O que é Upload?

Upload é a transferência de dados de um computador local para um servidor. Caso ambos estejam em rede, pode-se usar um servidor de FTP, HTTP ou qualquer outro protocolo que permita a transferência.

Definição

Caso o servidor de upload esteja na Internet, o usuário do serviço passa a dispor de um repositório de arquivos, similar a um disco rígido, disponível para acesso em qualquer computador que esteja na Internet. Upload é parecido com Download, só que em vez de carregar arquivos para a sua máquina, você os envia para o servidor.

Características

Os provedores gratuitos de upload variam bastante na sua política, capacidades e prazo de validade das transferências. Mas em geral todos funcionam da seguinte forma: o usuário que envia o arquivo fornece o endereço de e-mail de um destinatário. Este recebe uma mensagem de e-mail do servidor de upload, informando a disponibilidade do arquivo, junto com uma URL. Basta que ele então clique nessa URL para receber o arquivo.

Via Wikipédia

Programa gerador de crédito grátis para celular

Programa gerador de crédito grátis para celular da Vivo, Claro, Tim, Oi e Telemig entre outros macetes para falar sem pagar um tostão é o que mais tem na internet, mas a pergunta que não quer calar: estes programas e macetes funcionam?

Vou responder com outra pergunta, você ainda acredita em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa? Eles existem?

O jeitinho brasileiro de tentar conseguir as coisas da maneira mais fácil e de preferência grátis, não é sinal de esperteza. Não adianta ir no Google e digitar “Créditos Grátis”, “Programa Gerar Créditos Celular”, “Macetes para ligar de graça” entre outros, nenhum dos programas e macetes que encontrar vai fazer o que você quer, pelo contrário, com certeza vai ter dar uma dor de cabeça danada.

Este post é para alertar você que acessou este blog, em busca do programa. Aqui não vai encontrar nada além de um conselho: NÃO COPIE OU BAIXE NENHUM PROGRAMA QUE DIZ GERAR CRÉDITOS DE CELULAR. Provavelmente vai encontrar em algum site ou blog qualquer, um programa ou arquivo que diz gerar créditos, não se iluda, você vai instalar vírus, trojans, entre outros programas maliciosos que vão danificar seu computador.

Bom, o aviso está dado, o alerta foi feito, cai na armadilha quem quer. Créditos de celular só comprando.

Não caia na armadilha desses programas, vai danificar seu computador, além de que tentar fraudar o sistema móvel de telefonia é crime.

O que é Feed RSS?

Há maneiras bem mais interessantes de se manter atualizado com as novidades dos milhões de sites interessantes que tem por aí. Uma delas é adicionar aos favoritos. Mas aí tem dois inconvenientes: o primeiro é que você tem que ficar visitando aquele site sem saber se tem ou não coisas novas. E o segundo e mais problemático, é que muitas vezes, você esquece que colocou determinado site na sua lista e simplesmente fica por fora das novidades.

Mas existe uma outra forma de sempre ter coisa nova sem precisar procurar. É o tal do RSS. Isso é um serviço que faz com que as atualizações venham até você. É como se você tivesse um entregador, que te trouxesse a última página impressa do jornal exatamente na hora que ela saiu!

Até a Wikipédia explica o que é:

“RSS é um subconjunto de “dialetos” XML que servem para agregar
conteúdo ou “Web syndication”, podendo ser
acedido mediante programas ou sites agregadores. É usado
principalmente em sites de notícias e blogs.”

A abreviatura do RSS é usada para se referir aos seguintes padrões:

* Rich Site Summary (RSS 0.91)
* RDF Site Summary (RSS 0.9 e 1.0)
* Really Simple Syndication (RSS 2.0)

A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscreverem em sites que fornecem “feeds” (fontes) RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um.

Para usar essa ferramenta, você vai precisar de um leitor, ou agregador, como chamam. Eu uso o Google Reader, mas há vários outros serviços como Netvibes e Bloglines, ou você ainda pode usar o do seu próprio navegador. Na página personalizada do Google (iGoogle) você também pode agregar feeds e tê-los em sua página principal.

E para começar a usar é ainda mais simples: basta que você clique em um simbolozinho como este . Logo que você clicar, aparecerá uma página explicando tudo o que você deve fazer para finalizar sua inscrição. Aqui no Tudo Sobre Internet você vai encontrá-los logo ali na barra de endereços do seu navegador. Eu disse no plural porque além de poder ter a opção de receber todas as novidades que o Tudo Sobre Internet te disponibiliza, você ainda pode acompanhar os comentários feitos por leitores como você!

O mais legal é que você pode ler tudo o que te interessa em um só lugar, organizado, separado por assunto e só o que vai chegar até você, é o conteúdo que você escolheu, então não haverá surpresas desagradáveis. Sua privacidade é preservada, porque não é possível saber a identidade ou qualquer outro dado de quem assinou o feed.

Sem complicação, sem trabalheira! São os feeds do Tudo Sobre Internet facilitando a sua vida!

Agora que você já está expert no assunto, não espere mais! Assine o RSS do Tudo Sobre Internet e receba as novidades em primeira mão!

Como desativar o Firewall do Windows no Vista Starter

Alguns usuários já devem ter visto que no Windows Vista Starter o Firewall é bloqueado pela Diretiva de Grupo, e no Vista Starter não existe o comando “gpedit.msc”, então:
Abra uma janela do explorer e digite na barra de endereço (Sua Unidade de HDD):\ProgramData\Microsoft\Windows\Start Menu\Programs\Administrative Tools, dê 2 cliques no atalho “Windows Firewall with Advanced Security” no menu ao lado direito clique em “Propriedades”, nas opções de Estado mude para Desativado, clicke em OK, como o Windows Vista Starter é um S.O “xato” é recomendavél reiniciar o PC.

Download do Windows 7 Beta disponível até 12 de Fevereiro

Brandon LeBlanc postou hoje em seu Blog que a equipe do Windows decidiu manter aberto para todos o download do Windows 7 Beta até o dia 10 de fevereiro.

O encerramento da disponibilidade geral do Windows 7 Beta ocorrerá em 3 fases, ao longo das próximas semanas:

* Em 27 janeiro a página do Windows 7 será atualizada com uma advertência de que o tempo está se esgotando.

* Em 10 de fevereiro os novos downloads do Windows 7 Beta deixarão de estar disponíveis. As pessoas que já iniciaram o download e ainda não terminaram poderão concluí-lo e são encorajadas a fazê-lo.

* Em 12 de fevereiro as pessoas o download não será mais possível. Quem não tiver acabado de fazer o download do Windows 7 Beta será incapaz de fazê-lo.

As chaves para o Windows 7 Beta continuarão disponíveis. Portanto, se você tiver o Windows 7 Beta, mas não recebeu uma chave de produto, você será capaz de fazê-lo mesmo depois de 12 fevereiro.

Para maiores detalhes sobre o download do Windows 7 Beta, clique aqui.

Porque o Windows 7 salvará a Microsoft

O artigo é um pouco longo, mas vale a leitura:

“Eu estava fazendo algumas reflexões sobre as últimas semanas, e cheguei á uma conclusão. O Windows 7, com todas as suas melhorias de desempenho, novas funcionalidades e processo de desenvolvimento mais racionalizado, será de fato o salvador da Microsoft e ofuscará todo o acidente com o Vista. Então eu decidi escrever por que o Windows 7 será melhor que todas as versões anteriores do Windows e é por isso que devemos prestar muita atenção nele.

A fim de que todos possam entender, em primeiro lugar devo levá-los de volta á 2003, quando a Microsoft voltou-se para a “Visão Longhorn” e o que ela significaria para o usuário final. A Microsoft prometeu um mundo fantástico, em que você seria capaz de realizar praticamente qualquer coisa com este incrível novo sistema operacional. As demonstrações foram absolutamente deslumbrantes, mas, infelizmente, a maioria destas demonstrações era nada mais do que fumaça e espelhos. Na realidade, o código físico do Longhorn foi um desastre absoluto. A build era horrivelmente instável e parecia que iria desabar como um castelo de cartas e, em agosto de 2004, ele fez exatamente isso. A Microsoft apagou o código do Longhorn e reiniciou do zero. Normalmente, isso não teria sido tão ruim, exceto que ela decidiu eliminar muitas das características prometidas e, 2 anos depois, eles entregaram o Vista, um lançamento meio “cru” e algo que nem sequer chegava perto do Longhorn original, que todos nós desejávamos ver. O Vista foi atormentado por questões de drivers, problemas de desempenho e de estabilidade. Ele teve um começo muito ruim com a imprensa literalmente massacrando-o e, nessa época, a simples menção do Vista em público deixava as pessoas incomodadas. Claro, um grande número de questões foi corrigido no SP1, mas não o suficiente para fazer as pessoas quererem mudar, muitos dos bugs que foram relatados durante a versão beta ainda permanecem até hoje.

Com o Windows 7, a Microsoft percebeu que precisava mudar radicalmente as coisas. Jim Allchin havia se aposentado de seu cargo de chefe da divisão de plataformas e a Microsoft nomeou Steven Sinofsky com o título de “Vice Presidente do Windows e Windows Live”. Steven tem a reputação de conduzir lançamentos que estão próximos, cumprir prazos e, mais importante ainda, obter resultados. Sua primeira providência foi reorganizar toda a divisão do Windows, a fim de agilizar o processo de desenvolvimento e garantir um produto de qualidade em qualquer ponto do processo de desenvolvimento. Ele instituiu uma série de controles de qualidade do código, onde nenhuma alteração é permitida sem que se verifique se preenche uma norma de rigorosa de estabilidade e funcionalidade, algo que realmente não existiu durante o desenvolvimento do Longhorn/Vista. O objetivo desta ação consiste em garantir que qualquer build do Windows 7 que saia do laboratório será estável o suficiente para uso cotidiano.

A segunda parte da alteração na política, apesar de que eu não concordar inteiramente, é a sua política de divulgação. Durante o desenvolvimento do Longhorn/Vista, a Microsoft foi extremamente aberta sobre o processo. O público literalmente tinha uma janela aberta para saber sobre o desenvolvimento do Longhorn e ver como as coisas estavam indo. O problema com isso, porém, é que o público também tinha uma visão geral das falhas, o corte nos recursos e o lançamento de um Vista meio cru. Olhando para trás, penso que Steven foi um pouco longe demais com a sua política de não-divulgação, mas eu realmente não o culpo. Ele conseguiu manter o desenvolvimento do Windows 7 oculto o tempo suficiente para uma verdadeira surpresa de todos os participantes do PDC, que viram sua primeira demonstração pública. O fato de que estávamos vendo um código funcional, e não uma demonstração, também foi extremamente gratificante.

E, finalmente, a terceira parte da mudança na política, e esta é realmente bastante profunda. Steven quer que a Microsoft a prometa e, em seguida, entregue exatamente o que prometeu, e parece que estão fazendo exatamente isso. Ouso dizer que o Windows 7 está muito mais próximo da visão original do Longhorn do que o Vista esteve. Se você pensar honestamente nisso, o Longhorn tinha muitas características conceituais que aparecem no Windows 7:

Nova tela de boot animada: Durante o projeto do Longhorn, houve o conceito de uma nova tela de boot animada e de alta resolução. Este recurso posteriormente foi retirado do Vista, embora pudesse ser ativado (menos animação) com um hack.Nova Barra de tarefas: Durante o desenvolvimento do Longhorn, houve muitos conceitos de interfaces para o usuário, girando em torno de uma nova barra, que repensaria a maneira como o usuário lida com tarefas e inicia aplicativos. No Windows 7, a nova Barra de Tarefas (apelidada de Superbarra) faz isso. Ela unifica a inicialização rápida e os aplicativos abertos, dá uma bela visão das tarefas abertas e, em geral, simplifica a tarefa de gerenciamento. Penso que isto é um enorme passo para o Windows, e uma mudança muito necessária após 14 anos de poucas novidades neste departamento.

Pesquisa associadas: No Longhorn, a Microsoft queria implementar o arquivo WinFS para facilitar a pesquisa e o gerenciamento de dados, mas também queria ativar esta funcionalidade através da rede. No Windows 7 isto se torna uma realidade com o novo recurso de pesquisas associadas. Esta nova funcionalidade permite aos usuários a pesquisa através da rede ou em site, com pouca ou nenhuma mudança nos códigos no lado do servidor. Muito legal se você quer saber.

Castle: No Longhorn, um novo recurso de rede (chamado de castle, na época) estava sendo trabalhado para permitir que as pessoas colocassem seus PCs domésticos em rede e compartilhassem e transmitissem informações através dela. No Windows 7 esse recurso está de volta e de forma funcional, com o nome “Homegroups”. Os Homegroups permitem que um usuário crie uma rede no Windows 7 com extrema facilidade. Vai longe o tempo de arrancar os cabelos tentando criar um ambiente de rede em máquinas com o XP ou o Vista em sua casa.

Nova visualização no Explorer: No Longhorn houve muitas idéias sobre a visualização no Explorer, e, embora nem todos elas apareçam no 7, uma importante está. A visão por empilhamento (stacking). Esta visão permite que você organize arquivos pela data, autor e muitos outros filtros. Isso é muito bom para fotos.

Status do dispositivo: Uma das características que o Longhorn incluía era uma nova forma de visualizar os dispositivos conectados em seu PC. O Windows 7 realmente possui este recurso. Ele permite uma experiência visual muito mais voltada para o dispositivo, que permite que você veja todas as informações e realize tarefas em um local fácil de usar.

O Windows 7 vem com isso e muito mais. Ele vem com novas adições ao Aero, como Aero peek, Aero Shake, Aero Snap, para citar apenas alguns. Estas características realmente fazem a experiência de usar o Windows muito melhor.

A questão de fundo é que a Microsoft realmente decidiu mudar percepções e corrigir os problemas que flagelaram o Vista. E, até agora, eles estão fazendo um trabalho muito bom com o Windows 7. A build atual do Windows 7 é impressionantemente rápida, tem suporte á drivers melhor que o Vista mesmo no início desta fase beta e a estabilidade é absolutamente inacreditável. Tenho utilizado o Windows 7 como meu sistema operacional principal há algum tempo e até agora não tenho absolutamente nenhuma intenção de voltar para o Vista. Na verdade, nem que me pagassem eu voltaria para o Vista neste momento. Em minha opinião, o Windows 7 será o sistema operacional que trará vida nova para a Microsoft, e revitalizará os PCs Windows e a comunidade como um todo.”
O artigo é um pouco longo, mas vale a leitura:

“Eu estava fazendo algumas reflexões sobre as últimas semanas, e cheguei á uma conclusão. O Windows 7, com todas as suas melhorias de desempenho, novas funcionalidades e processo de desenvolvimento mais racionalizado, será de fato o salvador da Microsoft e ofuscará todo o acidente com o Vista. Então eu decidi escrever por que o Windows 7 será melhor que todas as versões anteriores do Windows e é por isso que devemos prestar muita atenção nele.

A fim de que todos possam entender, em primeiro lugar devo levá-los de volta á 2003, quando a Microsoft voltou-se para a “Visão Longhorn” e o que ela significaria para o usuário final. A Microsoft prometeu um mundo fantástico, em que você seria capaz de realizar praticamente qualquer coisa com este incrível novo sistema operacional. As demonstrações foram absolutamente deslumbrantes, mas, infelizmente, a maioria destas demonstrações era nada mais do que fumaça e espelhos. Na realidade, o código físico do Longhorn foi um desastre absoluto. A build era horrivelmente instável e parecia que iria desabar como um castelo de cartas e, em agosto de 2004, ele fez exatamente isso. A Microsoft apagou o código do Longhorn e reiniciou do zero. Normalmente, isso não teria sido tão ruim, exceto que ela decidiu eliminar muitas das características prometidas e, 2 anos depois, eles entregaram o Vista, um lançamento meio “cru” e algo que nem sequer chegava perto do Longhorn original, que todos nós desejávamos ver. O Vista foi atormentado por questões de drivers, problemas de desempenho e de estabilidade. Ele teve um começo muito ruim com a imprensa literalmente massacrando-o e, nessa época, a simples menção do Vista em público deixava as pessoas incomodadas. Claro, um grande número de questões foi corrigido no SP1, mas não o suficiente para fazer as pessoas quererem mudar, muitos dos bugs que foram relatados durante a versão beta ainda permanecem até hoje.

Com o Windows 7, a Microsoft percebeu que precisava mudar radicalmente as coisas. Jim Allchin havia se aposentado de seu cargo de chefe da divisão de plataformas e a Microsoft nomeou Steven Sinofsky com o título de “Vice Presidente do Windows e Windows Live”. Steven tem a reputação de conduzir lançamentos que estão próximos, cumprir prazos e, mais importante ainda, obter resultados. Sua primeira providência foi reorganizar toda a divisão do Windows, a fim de agilizar o processo de desenvolvimento e garantir um produto de qualidade em qualquer ponto do processo de desenvolvimento. Ele instituiu uma série de controles de qualidade do código, onde nenhuma alteração é permitida sem que se verifique se preenche uma norma de rigorosa de estabilidade e funcionalidade, algo que realmente não existiu durante o desenvolvimento do Longhorn/Vista. O objetivo desta ação consiste em garantir que qualquer build do Windows 7 que saia do laboratório será estável o suficiente para uso cotidiano.

A segunda parte da alteração na política, apesar de que eu não concordar inteiramente, é a sua política de divulgação. Durante o desenvolvimento do Longhorn/Vista, a Microsoft foi extremamente aberta sobre o processo. O público literalmente tinha uma janela aberta para saber sobre o desenvolvimento do Longhorn e ver como as coisas estavam indo. O problema com isso, porém, é que o público também tinha uma visão geral das falhas, o corte nos recursos e o lançamento de um Vista meio cru. Olhando para trás, penso que Steven foi um pouco longe demais com a sua política de não-divulgação, mas eu realmente não o culpo. Ele conseguiu manter o desenvolvimento do Windows 7 oculto o tempo suficiente para uma verdadeira surpresa de todos os participantes do PDC, que viram sua primeira demonstração pública. O fato de que estávamos vendo um código funcional, e não uma demonstração, também foi extremamente gratificante.

E, finalmente, a terceira parte da mudança na política, e esta é realmente bastante profunda. Steven quer que a Microsoft a prometa e, em seguida, entregue exatamente o que prometeu, e parece que estão fazendo exatamente isso. Ouso dizer que o Windows 7 está muito mais próximo da visão original do Longhorn do que o Vista esteve. Se você pensar honestamente nisso, o Longhorn tinha muitas características conceituais que aparecem no Windows 7:

Nova tela de boot animada: Durante o projeto do Longhorn, houve o conceito de uma nova tela de boot animada e de alta resolução. Este recurso posteriormente foi retirado do Vista, embora pudesse ser ativado (menos animação) com um hack.Nova Barra de tarefas: Durante o desenvolvimento do Longhorn, houve muitos conceitos de interfaces para o usuário, girando em torno de uma nova barra, que repensaria a maneira como o usuário lida com tarefas e inicia aplicativos. No Windows 7, a nova Barra de Tarefas (apelidada de Superbarra) faz isso. Ela unifica a inicialização rápida e os aplicativos abertos, dá uma bela visão das tarefas abertas e, em geral, simplifica a tarefa de gerenciamento. Penso que isto é um enorme passo para o Windows, e uma mudança muito necessária após 14 anos de poucas novidades neste departamento.

Pesquisa associadas: No Longhorn, a Microsoft queria implementar o arquivo WinFS para facilitar a pesquisa e o gerenciamento de dados, mas também queria ativar esta funcionalidade através da rede. No Windows 7 isto se torna uma realidade com o novo recurso de pesquisas associadas. Esta nova funcionalidade permite aos usuários a pesquisa através da rede ou em site, com pouca ou nenhuma mudança nos códigos no lado do servidor. Muito legal se você quer saber.

Castle: No Longhorn, um novo recurso de rede (chamado de castle, na época) estava sendo trabalhado para permitir que as pessoas colocassem seus PCs domésticos em rede e compartilhassem e transmitissem informações através dela. No Windows 7 esse recurso está de volta e de forma funcional, com o nome “Homegroups”. Os Homegroups permitem que um usuário crie uma rede no Windows 7 com extrema facilidade. Vai longe o tempo de arrancar os cabelos tentando criar um ambiente de rede em máquinas com o XP ou o Vista em sua casa.

Nova visualização no Explorer: No Longhorn houve muitas idéias sobre a visualização no Explorer, e, embora nem todos elas apareçam no 7, uma importante está. A visão por empilhamento (stacking). Esta visão permite que você organize arquivos pela data, autor e muitos outros filtros. Isso é muito bom para fotos.

Status do dispositivo: Uma das características que o Longhorn incluía era uma nova forma de visualizar os dispositivos conectados em seu PC. O Windows 7 realmente possui este recurso. Ele permite uma experiência visual muito mais voltada para o dispositivo, que permite que você veja todas as informações e realize tarefas em um local fácil de usar.

O Windows 7 vem com isso e muito mais. Ele vem com novas adições ao Aero, como Aero peek, Aero Shake, Aero Snap, para citar apenas alguns. Estas características realmente fazem a experiência de usar o Windows muito melhor.

A questão de fundo é que a Microsoft realmente decidiu mudar percepções e corrigir os problemas que flagelaram o Vista. E, até agora, eles estão fazendo um trabalho muito bom com o Windows 7. A build atual do Windows 7 é impressionantemente rápida, tem suporte á drivers melhor que o Vista mesmo no início desta fase beta e a estabilidade é absolutamente inacreditável. Tenho utilizado o Windows 7 como meu sistema operacional principal há algum tempo e até agora não tenho absolutamente nenhuma intenção de voltar para o Vista. Na verdade, nem que me pagassem eu voltaria para o Vista neste momento. Em minha opinião, o Windows 7 será o sistema operacional que trará vida nova para a Microsoft, e revitalizará os PCs Windows e a comunidade como um todo.”

Via Chis123NT

O que é Buffer underflow?

Em informática Buffer underrun ou Buffer underflow é um efeito geralmente indesejado que ocorre quando um buffer (memória virtual temporária utilizada por diversos tipos de software ou hardware) é lido, ou esvaziado, mais rapidamente do que é reescrito, ou preenchido. Isto pode eventualmente levar a um esvaziamento completo do buffer, causando a interrupção do fluxo de dados.

Soluções

O buffer underrun, por ser gerado por banda insuficiente em contraposição com erros de gerenciamento de memória que geram o overflow de buffer (ver buffer overflow), é dificilmente resolvido a nível de software. Uma das soluções aplicáveis é aumentar o comprimento do buffer. Esta solução pode não resolver o problema com absoluta certeza, pois, no caso de um esvaziamento constante, ela apenas provê mais tempo até que a memória se esvazie; porém, no caso de esvaziamento causado por flutuações inconstantes na velocidade, essa pode ser uma solução eficiente. Por exemplo, um buffer de 10 kB totalmente preenchido permite uma interrupção de apenas 1 segundo de um fluxo de dados de 10 kbps. Se esse buffer fosse aumentado para 100 kB, porém, esse tempo aumentaria para 10 segundos.

Gravação de CDs e DVDs

O buffer underrrun apresenta um perigo à gravação de mídias de CD e DVD pois, em muitos tipos de gravação, o interrompimento da gravação causada pelo esvaziamento do buffer pode comprometer a gravação, já que os lasers de gravação podem não ser capazes de retomar a gravação onde ela parou, uma vez que interrompida.

Algumas tecnologias foram criadas para lidar com o problema, como a BurnProof, da Plextor ou a SafeBurn da Yamaha – mídias que permitem que o laser retome uma gravação interrompida. Outra maneira de evitar o problema quando utilizando mídia regravável (CR-RW, DVD-RW, etc) é utilizar o formato de arquivação de dados UDF (Universal Disk Format), que realiza gravações em pacotes endereçados de arcordo com uma tabela única, que permitem que a gravação seja feita em pequenos trechos.

Via Wikipédia

O que é Buffer Overflow?

Na informática, buffer overflow ou transbordamento de dados acontece quando o tamanho de um buffer ultrapassa sua capacidade máxima de armazenamento.

Se o programa não foi adequadamente escrito, esse excesso de dados pode acabar sendo armazenado em áreas de memória próximas, corrompendo dados ou travando o programa, ou mesmo ser executado, que é a possibilidade mais perigosa. Por exemplo, se um programa qualquer possuir uma vulnerabilidade no sistema de login por exemplo, pode-se criar um outro programa que fornece caracteres de texto até completar o buffer e que depois envie um executável, que acabaria rodando graças à vulnerabilidade.

Um caso famoso foi descoberto em 2000 no Outlook Express. Graças a uma vulnerabilidade, era possível fazer com que um e-mail executasse arquivos apenas por ser aberto. Bastava anexar um arquivo com um certo número de caracteres no nome, que ele seria executado ao ser aberta a mensagem. Naturalmente, a Microsoft se apressou em lançar uma correção e alertar os usuários para o problema. Semanalmente são descobertas vulnerabilidades de buffer overflow em vários programas. Algumas são quase inofensivas, enquanto outras podem causar problemas sérios.

Nesse contexto o Windows Vista obtém um grande avanço.

Via Wikipédia

O que é Buffer Duplo?

Em ciência da computação, buffer duplo é uma técnica usada para minimizar o atraso em operações de entrada/saída que usam buffers. Somente um buffer em uso pode resultar em buffer underrun e buffer overflow, problemas relacionados à falta de sincronia entre a escrita e a leitura de dados do buffer. Com dois buffers é possível utilizá-los em paralelo de forma que enquanto um deles é lido, o outro é escrito.

No  Windows, buffer duplo também significar copiar dados entre dois buffers para transferências de DMA. Não é uma questão de desempenho mas de requisitos de endereçamento.

Um driver de dispositivo é um sistema em que a técnica do buffer duplo é frequentemente usada. Um exemplo é a incompatibilidade de certos dispositivos de funcionarem em sincronia com outros, como certos discos rígidos e memórias RAM.

Uma variação da técnica é o buffer triplo.

Uso em computação gráfica

Em computação gráfica, buffers duplos são usados para reduzir evidências visíveis do processo de desenho da tela. Monitores de vídeo atualizam a tela constantemente, em torno de sessenta vezes por segundo, a partir da memória de vídeo, uma área da memória localizada na placa de vídeo. Portanto, é difícil fazer mudanças na memória de vídeo sem que o monitor apresente os resultados antes da mudança ser completada. Isso resulta em resultados estranhos na tela como piscares e efeito fantasma, entre outros. O buffer duplo pode ser implementado por software ou hardware.

Uma implementação em software usa uma página de vídeo armazenada na memória RAM do sistema onde todas as operações de desenho da tela são feitas. Quando a operação é considerada completa (toda a página ou parte pré-determinada dela), a página de vídeo é copiada para a memória de vídeo (VRAM) em somente uma operação. Geralmente isso é sincronizado com o sistema de atualização de tela do monitor, para que se reduza ainda mais os mesmos efeitos indesejados citados acima. Esse método não é livre de erros e possui uma sobrecarga maior que o método por hardware, pois exige a cópia de determinada área de memória (RAM) para outra (memória de vídeo).

Uma implementação em hardware usa duas páginas de vídeo na própria memória de vídeo. Em dado momento, uma das páginas está sendo apresentada pelo monitor enquanto a outra está sendo construída. Quando o desenho é completado, o papel das páginas de vídeo é invertido. O desenho completado passa a ser apresentado pelo monitor enquanto a outra página de vídeo é reescrita. Geralmente isso é feito através da mudança de um ponteiro que indica o começo da área de dados da memória de vídeo, uma operação bastante rápida. Esse método garante que os efeitos indesejados não aparecerão desde que as páginas sejam invertidas durante o período em que o monitor não está atualizando a tela.

Uso em sistemas gerenciadores de bancos de dados

Em sistema de gerenciamento de banco de dados, buffers duplos são usados para maximizar os recursos da CPU durante operações de entrada/saída ao otimizar a alternância entre CPU e operações de E/S.

Via Wikipédia

O que é Buffer?

Em ciência da computação, buffer é uma região de memória temporária utilizada para escrita e leitura de dados. Os dados podem ser originados de dispositivos (ou processos) externos ou internos ao sistema. Os buffers podem ser implementados em software (mais usado) ou hardware. Normalmente são utilizados quando existe uma diferença entre a taxa em que os dados são recebidos e a taxa em que eles podem ser processados, ou no caso em que essas taxas são variáveis.

Os buffers são mecanismos muito utilizados em aplicações multimídia, em especial nas aplicações de streaming.

Buffer circular

Buffer circular é um buffer cujo conteúdo é escrito e lido de maneira circular, ou seja, a última posição do buffer é sucedida pela primeira. Assim, um algoritmo de leitura que leia a última posição do buffer e necessite continuar lendo irá retornar ao início do buffer e proceder a leitura a partir daí. O mesmo vale para algoritmos de escrita, sendo que a escrita numa posição não-vazia provoca a perda do conteúdo original.

Via Wikipedia